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Tudo passa e pouco fica

  • Foto do escritor: Mariana Bispo
    Mariana Bispo
  • 1 de jun. de 2020
  • 1 min de leitura

Na verdade estamos numa geração que não presta, em que hoje, amanhã, ontem, anteontem todos lutam e lutaram, no entanto daqui a uma semana já ninguém se lembra.

Prefiro ser para sempre a pessoa que nunca dá importância e não quer saber, a ser aquela que se torna como vocês e se importa por conveniência e de tempos a tempos.

Sou uma pessoa que ainda acredita em segundas e terceiras oportunidades porque as pessoas “vão sempre mudar”, no entanto já ninguém sabe o que é lutar, tentar ou amar.

Prefiro ser a pessoa que não mostra tudo hoje e leva a vida com calma, do que ser aquela pessoa que dá tudo e no final desiste num estalar de dedos.

Não sei, talvez seja de mim, mas de há uns tempos para cá tenho reencontrado pessoas que estiveram na minha vida há anos e a verdade é que não há uma que não me diga “não se pode contar com ninguém, sem ser connosco próprios, sempre tiveste razão, desculpa as vezes que te dei na cabeça por seres distante”.

Não estão já cansados de viver de falsas ilusões e conveniências?

Querem tanto inserir-se em lados onde não cabem porque não são assim que acabam por se diminuir para não andar sozinhos.

Agora expliquem-me, onde está toda aquela treta de “melhor sozinho, que mal acompanhado”? Só servia para umas publicações boas e ‘tumblr’?


Assim me despeço, vamos pensar mais em nós e não tanto no que os outros falam.


Olá,

Sou a Mariana e assim começo a minha apresentação





 
 
 

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